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 O candidato a prefeito de Padre Bernardo Cyro de Melo (PSDB) falou com nossa redação nesta quinta-feira, 5 de novembro, sobre a importância do desenvolvimento econômico e da geração de emprego após a pandemia da covid-19.



Segundo ele, o objetivo é gerar quatro mil empregos nos próximos quatro anos para os bernardenses.

Dados do Ministério da Economia apontam que apenas mil vagas de emprego foram abertas na cidade nos últimos quatro anos, uma média de 250 vagas por ano.

Cyro ainda explicou a importância de ações vindas do poder público para ajudar os microempreendedores e também o desenvolvimento econômico da cidade e geração de emprego e renda.

Cyro de Melo explicou como serão criado estas quatro mil vagas:

400 vagas – Concurso público para as áreas de Educação, Saúde e Assistência social.

“Vamos acabar com todos os tipos de terceirizados e contratos. Fazendo isso respeitamos o servidor, também está no nosso plano de governo criar a carreira do serviço público de Padre Bernardo com gratificações por bom desempenho”
Cyro de Melo

2000 vagas – Agronegócio e pequenas indústrias. “Ajudando o agronegócio e as pequenas indústrias da cidade nós vamos desenvolver muito. Sabemos que a agricultura toca o nosso país e aqui em Padre Bernardo não é diferente”, comenta.

1000 vagas – Turismo (hotel fazenda). “Padre Bernardo se transformará num polo turístico de hotéis fazenda da região”, enfatiza.

600 vagas – Comércio e serviços. “O Polo de Padre Bernardo é a cabeça dos meus projetos pra essa área”. 

Ele afirma que ainda em 2021 mandará o projeto de lei para o Poder Legislativo e após a aprovação pela Camara Municipal de Padre Bernardo criará a ‘Lei do Emprego’.

O projeto trata de incentivos fiscais a empresas de Padre Bernardo, igualando as condições de atração de empresas a outros municípios, como Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais.

“Entre 2021 e 2024 vamos ser a cidade que mais gera emprego no estado de Goiás. Um shopping, a ocupação do parque empresarial do município, o incentivo ao comércio com a desburocratização e com a Tarifa Comercial Zero. O desenvolvimento é possível. E é verdade que muita gente ainda está precisando de emprego e vamos atrair mais oportunidades de trabalho para a família, para os jovens universitários e para mão de obra qualificada”, comentou o candidato tucano Cyro.

Por Anderson Miranda
REDAÇÃO JORNAL DO ENTORNO

 Está aberto edital para concurso Colégio Militar em 14 cidades brasileiras. As oportunidades de ingresso são para o ano letivo de 2021. 


As inscrições já estão abertas. - Foto: Redação Tribuna do DF

Estão abertas 480 vagas no concurso Colégio Militar (CM) para filhos de civis e militares que ingressarão no 6º ano do Ensino Fundamental ou 1º ano do Ensino Médio. A seleção valerá apenas para o ano de inscrição, contando a partir da publicação do edital. Serão contempladas 14 cidades brasileiras em 11 estados mais o DF no certame. Acesse o link para a cidade da qual pretende prestar concurso: 















Concurso Colégio Militar: requisitos 

Para os candidatos com interesse em ingressar no 6º ano do Ensino Fundamental é necessário ter concluído ou estar cursando o 5º ano. O concurso Colégio Militar também conta com um limite de idade, por isso, o estudante precisa: 
  • Completar 10 anos até 31 de dezembro do ano da matrícula; ou 
  • Ter menos de 13 anos em 1º de janeiro do ano da matrícula. 
Já os interessados em entrar no 1º ano do Ensino Médio precisam estar cursando o ter terminado o 9º ano do Ensino Fundamental. Quanto ao limite de idade, o concurso Colégio Militar exige que o candidato tenha: 
  • Menos de 18 anos em 1º de janeiro do ano da matrícula; ou 
  • Completado 14 anos até 31 de dezembro do ano da matrícula. 
Como se inscrever no concurso Colégio Militar 

As inscrições no concurso Colégio Militar deverão feitas pelos responsáveis dos estudantes entre os dias 08 de setembro e 02 de outubro de 2020. Será necessário acessar página online de cada CM na parte de “Concurso de Admissão” para solicitar participação. Também haverá a possibilidade de inscrição presencial apenas para candidatos PcD (Pessoa com Deficiência). No caso de Brasília, acesse AQUI.

Vale ressaltar que, caso algum candidato precise de condições especiais para a prova, seu responsável deverá apresentar atestado médico no ato da inscrição. 

O valor estipulado para a taxa de inscrição é de R$ 95,00 para todos os candidatos do concurso Colégio Militar. Poderão ficar isentos aqueles que comprovarem viver em condição de carência socioeconômica. A isenção de taxa também poderá ser dada para outros candidatos considerados pertinentes pelo comandante do CM. 

Concurso Colégio Militar: etapas 

O concurso Colégio Militar conta com três etapas de classificação. Confira: 

Exame Intelectual 

A primeira etapa do concurso Colégio Militar possui duas partes, que devem ser realizadas num período de 4h30. Começando com uma prova objetiva de Língua Portuguesa e Matemática, contendo 24 questões de múltipla escolha. Para a segunda parte, os candidatos precisam escrever uma redação de 15 a 30 linhas em que serão considerados os seguintes critérios de avaliação: 
  • Demonstrar domínio das normas fundamentais da língua escrita (6° ano); 
  • Domínio da norma-padrão da língua, sem marcas de oralidade ou de informalidade (1° ano); 
  • Desenvolver o tema dentro dos limites estruturais do tipo de texto (narrativo, argumentativo, descritivo, injuntivo, expositivo) solicitado; 
  • Compreender a proposta de Redação enfocando o tema solicitado; 
  • Redigir um texto coerente; 
  • Redigir um texto coeso. 
Vale ressaltar que só serão corrigidas as redações daqueles que obtiverem 50% de acertos em cada disciplina da prova objetiva do concurso Colégio Militar. As provas estão previstas para os dias 17 e 18 de outubro de 2020, sendo realizada pelos candidatos ao 1° ano no sábado e os inscritos para o 6° ano no domingo. 

Revisão médica e odontológica 

Os aprovados nas provas escritas passarão para a segunda etapa do concurso Colégio Militar que é formada de revisão médica e odontológica. Os convocados deverão apresentar a Caderneta de Vacinação atualizada e os seguintes exames: 
  • Radiografia do tórax; 
  • Glicose; 
  • Hemograma completo, tipagem sanguínea e fator RH; 
  • Sumário de urina (EAS) e parasitologia de fezes (EPF); 
  • Eletrocardiograma (ECG); 
  • Exame clínico e odontológico. 
  • Quem for candidato PcD deverá apresentar também laudos médicos complementares. 
Comprovação dos Requisitos Biográficos 

A terceira e última etapa do concurso Colégio Militar é presencial no CM escolhido. Os candidatos deverão apresentar original e cópia dos documentos abaixo: 
  • Documento oficial de identidade do candidato, com foto; 
  • Documento oficial de identidade do responsável legal, com foto; 
  • Histórico escolar; 
  • Plano Educacional Individualizado (PEI), somente para candidatos com deficiência; 
  • Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). 
Vale ressaltar que, se não houver histórico escolar disponível na época da matrícula, deverá ser apresentada uma declaração autenticada do colégio de origem. Nesse caso, o responsável precisará entregar o histórico escolar até o último dia útil antes do início do ano letivo. 

Edital 

Confira o edital completo publicado no Diário Oficial da União. 

REDAÇÃO JORNAL DO ENTORNO

 A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) encaminhou, hoje (9), um manifesto ao Ministério da Saúde, no qual pede que sejam tomadas providências urgentes para estimular a adesão às campanhas de vacinação e facilitar o acesso da população a esse serviço. O pedido dos pediatras ocorre após a revelação de que o país não atingiu a meta para nenhuma das principais vacinas infantis, conforme dados do Programa Nacional de Imunizações.


Edição Foto: Matheus Salomão 

A manutenção do quadro atual configura grave sinal de alerta para as autoridades sanitárias, diz a SBP. 

A presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, Lucia Rodrigues Silva, disse que, independentemente do contexto da pandemia da covid-19, estratégias devem ser elaboradas de modo urgente para que pais e responsáveis possam manter as cadernetas de vacinação das crianças em dia. 

“O cuidado com a saúde das crianças e dos adolescentes é uma missão que recai sobre pais e responsáveis. Por isso, eles devem ser orientados a levar seus filhos aos postos de saúde. Trata-se de uma responsabilidade cívica com o bem-estar individual e coletivo, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente”, disse. 

No documento, a SBP pede ainda ao Ministério da Saúde que, juntamente com estados e municípios, garanta aos médicos e profissionais da saúde infraestrutura necessária para que o acesso às vacinas seja facilitado a todos. De acordo com a presidente da entidade, "há situações que podem ser analisadas, como ampliar o horário de funcionamento dos postos de saúde e fazer busca ativa de pessoas a serem imunizadas em locais de difícil acesso ou de maior vulnerabilidade social". 

Campanhas 

A SBP lembra em seu manifesto a importância de que o governo patrocine campanhas de esclarecimento contínuas em resposta às ações do movimento antivacina. Na avaliação dos pediatras, esse grupo, que tem agido em escala mundial, tem divulgado informações falsas e equivocadas sobre a importância da imunização de crianças e adultos, desestimulando a ida das famílias aos postos para vacinarem seus filhos. 

Foto: Agência Brasil

“Trata-se de um problema de saúde pública que precisa ser superado com o empenho de todos – políticos, lideranças, formadores de opinião, trabalhadores, profissionais da saúde e representante da sociedade organizada. Cada um deve assumir seu papel e responsabilidade para que o êxito do Programa Nacional de Imunizações seja mantido em favor do bem-estar, da saúde e da vida dos brasileiros”, destaca a SBP. 

Ao concluir o documento, a Sociedade Brasileira de Pediatria diz que “por meio de seus especialistas se coloca à disposição para contribuir com a elaboração das ações para aumentar a cobertura vacinal do país, acompanhando seu desenvolvimento e implementação atenta à sua missão de trabalhar pela defesa da infância e da adolescência”. 

A Agência Brasil pediu o posicionamento do Ministério da Saúde e aguarda retorno.

AGÊNCIA BRASIL
REDAÇÃO TRIBUNA DO DF

 A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedeu hoje (8) um habeas corpus coletivo para soltar todos os presos condenados por tráfico privilegiado e que cumprem pena de um ano e oito meses em regime fechado. De acordo com o tribunal, a medida deve atingir mais mil pessoas presas por determinação do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).


Foto: BD Redação Tribuna do DF

Na decisão, por unanimidade, os ministros do colegiado entenderam que o TJSP está descumprindo reiteradamente decisões de instâncias superiores que impedem a fixação do regime fechado nos casos em que ficou configurado o crime de tráfico privilegiado. Uma das decisões citadas foi proferida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que desconsiderou o caráter hediondo do tráfico privilegiado, autorizando punição mais branda. 

O caso chegou ao STJ a partir de um recurso protocolado pela Defensoria Pública. O processo envolve um homem acusado de guardar 23 pedras de crack e quatro trouxinhas de cocaína com peso de 2,7 gramas. Com a decisão, ele e os demais presos que estão na mesma situação processual vão cumprir pena em regime aberto. 

É chamado de tráfico privilegiado a diminuição de pena prevista no Parágrafo 4º do Artigo. 33 da Lei 11.343/06, que prevê a redução de um sexto a dois terços da pena desde que o réu seja primário, tenha bons antecedentes, não se dedique a atividades criminosas e nem integre organização criminosa. 

POSIÇÃO HISTÓRICA DO STF: crime de tráfico privilegiado não tem natureza hedionda! 

Por maioria, 8 votos a 3, o plenário do STF decidiu nesta quinta-feira, 23, que o tráfico privilegiado, previsto no artigo 33, parágrafo 4º, da lei 11.343/06, não pode ser considerado crime de natureza hedionda, desta forma a pessoa condenada por este crime pode ter direito à progressão de pena. Ficaram vencidos os ministros Fux, Dias Toffolli e Marco Aurélio.

Foto: BD Redação Tribuna do DF

O entendimento foi proferido em julgamento do HC 118.533, impetrado pela DPU a favor de dois réus condenados a 7 anos e 1 mês de reclusão pelo juízo da comarca de Nova Andradina/MS. Por meio de recurso, o MP conseguiu ver reconhecida, no STJ, a natureza hedionda dos delitos praticados pelos réus. Contra essa decisão foi ajuizado, no STF, o HC julgada nesta quinta. 

No tráfico privilegiado as penas poderão ser reduzidas de um sexto a dois terços, desde que o agente seja primário, de bons antecedentes, não se dedique às atividades criminosas nem integre organização criminosa. 

Julgamento 

Iniciada em junho de 2015, a análise do caso foi retomada com a apresentação de voto-vista do ministro Edson Fachin. O ministro, que na primeira vez na qual o caso foi analisado, em junho de 2015, chegou a se pronunciar pela denegação da ordem, ao argumento de que a causa de diminuição depena, prevista na lei 11.343/06, não era “incompatível com a manutenção do caráter hediondo do crime", mudou seu voto e concedeu o HC. 

Segundo Fachin, para se qualificar um crime como hediondo equiparado é indispensável que haja previsão legal e estrita. “Como desdobramento do princípio da legalidade, de intensa aplicação na seara penal, considera-se que o rol dos crimes elencados na lei 8.072/90 é de caráter estrito, ou seja, não admite ampliação mediante analogia.” 

Em sua visão, o legislador não desejou incluir o tráfico minorado no regime dos crimes equiparados a hediondos. “Tampouco nas hipóteses mais severas de concessão de livramento condicional, caso contrário, entendo, o teria feito de forma expressa e precisa. Além disso, a avaliação sistemática sobre o prisma da proporcionalidade reforça essa conclusão.” 

Após o voto de Fachin, os ministros Teori Zavascki e Rosa Weber, que haviam acompanhando o primeiro entendimento do ministro, também reajustaram seu voto pela concessão do HC. O ministro Fux, que votou pelo reconhecimento do caráter hediondo do crime, aproveitou para reforçar seu voto nesse sentido. Votaram, em seguida, os ministros Celso de Mello e Ricardo Lewandowski concedendo o HC. 

O presidente da Corte, ministro Lewandowski, pontuou em seu voto que poderá beneficiar 45% dos condenados por tráfico privilegiado. Segundo ele, estima-se que, entre a população de condenados por crimes de tráfico ou associação ao tráfico, aproximadamente 45% desse contingente (ou algo em torno de 80.000 pessoas, em sua grande maioria, repito, mulheres) tenha experimentado uma sentença com o reconhecimento explícito do privilégio. 

“Reconhecer, pois, que essas pessoas podem receber um tratamento mais condizente com a sua situação especial e diferenciada que as levou ao crime, configura não apenas uma medida de justiça (a qual, seguramente, trará decisivo impacto ao já saturado sistema prisional brasileira), mas desvenda também uma solução que melhor se amolda ao princípio constitucional da “individualização da pena”, sobretudo como um importante instrumento de reinserção, na comunidade, de pessoas que dela se afastaram, na maior parte dos casos, compelidas pelas circunstâncias sociais desfavoráveis em que se debatiam.” 

O caso começou a ser julgado pelo plenário em 24 de junho do ano passado, quando a relatora, ministra Cármen Lúcia, votou no sentido de conceder o HC. Para ela, o tráfico privilegiado de entorpecentes não se harmoniza com a qualificação de hediondez do tráfico de entorpecentes, definido no caput e parágrafo 1º do artigo 33 da norma. Ela foi acompanhada, na ocasião, pelo ministro Luís Roberto Barroso e, logo em seguida, pediu vista o ministro Gilmar Mendes. 

Quando apresentou seu voto-vista, em 1ª de junho deste ano, o ministro Gilmar Mendes considerou que a CF deu ao legislador espaço para retirar do âmbito dos crimes chamados hediondos algumas condutas de transação ilícita com drogas. Para ele, há casos em que não se pode fugir à hediondez, principalmente quando há habitualidade no delito. O caráter isolado do delito, a inexistência de crimes para além de uma oportunidade, por sua vez, salientou o ministro, autorizaria o afastamento da natureza hedionda do crime. 

Na mesma data, Dias Toffoli votou pelo reconhecimento da natureza hedionda do delito. O ministro citou, inicialmente, que no caso concreto os réus foram pegos com 772 kg de droga, em um caminhão escoltado por batedores, um indicativo de que estariam atuando para organização criminosa. Ao votar pelo indeferimento do HC, o Toffoli pontuou que, apesar de ser a primeira vez que o plenário do STF analisa o tema, as turmas do STF têm assentado caráter da hediondez do tráfico privilegiado. 

O ministro Marco Aurélio concordou com o ministro Toffoli. Para ele, o reconhecimento da hediondez foi uma opção normativa, pelo legislador, que partiu da premissa de que tráfico é um crime causador de muitos delitos, para chegar a um rigor maior quanto ao tráfico de entorpecentes. 

Processo relacionado: HC 118.533

AGÊNCIA BRASIL
REDAÇÃO REDAÇÃO JORNAL DO ENTORNO

 Com temperaturas elevadas, que podem chegar a 33º, a previsão é que o Distrito Federal continue a registrar picos de baixa umidade, inferiores a 20%, nesta semana. A informação é do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Desta forma, a Subsecretaria do Sistema de Defesa Civil, vinculada à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP/DF), reforça a importância da população aumentar os cuidados com a saúde.


Foto: BD Redação Tribuna do DF

“De acordo com o INMET, estamos há 114 dias sem chuvas e com as temperaturas elevadas, a população sente ainda mais os impactos deste período de estiagem. Por isso é tão importante dar ainda mais atenção às medidas que minimizem os impactos à saúde, como manter-se hidratado e não descuidar de crianças e idosos, que são mais frágeis”, alerta o subsecretário da Defesa Civil, coronel Alan Araújo.

O DF encontra-se em estado de alerta, ou seja, com umidade abaixo de 20% por no mínimo três dias consecutivos. Há ainda dois níveis de classificação com os níveis de umidade relativa do ar: estado de emergência – abaixo de 12% por três dias consecutivos – e o estado de atenção – variação entre 30% e 20% por cinco dias.

A Defesa Civil tem enviado mensagens, por SMS, à população destacando a importância de tomar os devidos cuidados neste período. Para receber os alertas é necessário fazer um cadastro prévio, enviando o CEP para o número 4019.

Desconforto respiratório

Casos com sintomas respiratórios mais fortes, como dificuldade para respirar, podem ser causados pelo novo coronavírus ou por outros vírus respiratórios. “Neste casos, o paciente deve ser avaliado o mais breve pelo serviço de saúde e iniciar o tratamento necessário”, afirma o médico da Defesa Civil, José Evoide.

Orientações importantes

➯ Lave as mãos com frequência e evite colocá-las na boca e no nariz. Não esqueça de usar máscara de proteção individual, importante neste período para evitar o contágio pelo novo coronavírus;
➯ Procure manter o corpo sempre bem hidratado. Portanto, beba bastante água, mesmo sem sentir sede. Na hora do lanche ou da sobremesa, dê preferência a frutas ricas em líquidos, como melancia, melão e laranja, por exemplo. Em especial, fique atento à hidratação das crianças, idosos e dos doentes;
➯ Aplique soro fisiológico no nariz e nos olhos para evitar o ressecamento;
➯ Evite a prática de exercícios físicos ao ar livre entre 10h e 17h;
➯ Use produtos para hidratar a pele do rosto e do corpo, pelo menos depois do banho e na hora de deitar;
➯ Coloque chapéus e óculos escuros para proteger-se do sol;
➯ Aproveite o vapor produzido pela água durante o banho para lubrificar as narinas
➯ Coloque toalhas molhadas, recipientes com água ou vaporizadores nos quartos de dormir;
➯ Evite aglomerações e a permanência prolongada em ambientes fechados ou com ar condicionado, pois o ressecamento das mucosas aumenta o risco de infecções das vias aéreas;
➯ Mantenha a casa sempre limpa e arejada. O tempo seco aumenta a concentração de ácaros, fungos e da poeira em móveis cortinas e carpetes;
➯ Procure não usar vassouras que levantam o pó por onde passam. Dê preferência para aspiradores ou panos úmidos;
➯ Ligue ventiladores de teto no modo “exaustor”, com ar direcionado para cima. Ligados para baixo, no modo “ventilação”, levantam a poeira que se mistura no ar;
➯ Não queime lixo nem provoque queimadas por descuido ou desatenção.


*Com informações da Secretaria de Segurança Pública

AGÊNCIA BRASIL
REDAÇÃO REDAÇÃO JORNAL DO ENTORNO


 No Distrito Federal, o Banco de Brasília (BRB) está no meio de onde há boa notícia. Desde 2019, a instituição entrou numa crescente nos números e gestos e chegou a patamares que poucos poderiam acreditar. Neste ano, fez um acordo surpreendente com o Flamengo, liderou ações sociais e econômicas na pandemia e passou a valer R$ 7,2 bilhões. O que representa um crescimento de 500%. O BRB entrou em outras searas e está se fortalecendo digitalmente. A marca também será levada ao alto da cidade, na Torre de TV, administrada pela instituição financeira.


Foto: BD Tribuna do DF - Jornalista Anderson Miranda

É difícil pensar algum bom gesto e ação em Brasília em que o BRB não esteja envolvido. Quer ver só? Então confira a entrevista que a Agência Brasília fez com o presidente da instituição, Paulo Henrique Costa.

Paulo Henrique Costa: “O banco alcançou no primeiro trimestre uma posição de mercado que nunca havia alcançado, que foi ser o de líder do crédito imobiliário no Distrito Federal.” Foto: Divulgação / Agência Brasília

Na atual gestão, o Banco de Brasília tem tomado o noticiário de forma muito positiva. Embora estejamos vivendo a pandemia, gostaria que o senhor falasse de ações do BRB neste sentido, como os programas Prato Cheio e Renda Emergencial…

O governador Ibaneis Rocha tem uma visão e uma clareza estratégica muito importante que está na raiz de tudo o que está acontecendo no BRB e no papel que o banco assumiu diante da nossa cidade. A clareza de saber da importância de um banco e como ele pode ser um instrumento propulsionador do desenvolvimento econômico, social e humano, além da decisão de permitir que o banco tenha uma gestão técnica. São elementos centrais de tudo que a gente tem visto de resultados.

Nós atuamos em três frentes diferentes por meio do Supera DF, um programa com o objetivo de aliviar os impactos econômicos e sociais da pandemia e criar um sentimento de confiança, de esperança em relação ao futuro.

A primeira frente foi voltada à saúde. Cuidando da saúde, dos nossos empregados e cuidando da saúde dos nossos clientes e apoiando a sociedade naquilo que ela precisava. As iniciativas começaram ainda no início da pandemia com a suspensão de reuniões, treinamentos presenciais e viagens. Criamos o teletrabalho e colocamos uma parcela importante dos nossos empregados nessa modalidade. Também evoluímos para uma revisão completa dos protocolos de limpeza das agências, orientação aos clientes para que usassem os canais digitais e evitassem a utilização das agências e isso evoluiu no tempo para que a gente tivesse todo um protocolo interno de monitoramento, de acompanhamento das nossas pessoas.

Nesse contexto de cuidado de saúde também o BRB entendeu que precisava estar junto da sociedade em outras dimensões. Fizemos uma campanha de arrecadação de recursos e doamos 150 bombas de infusão, monitores de funções vitais, visando apoiar e fortalecer o sistema público de saúde. Arrecadamos doações e também avançamos com a doação de dois milhões de máscaras.

Força que se mostrou no eixo econômico também…

Num segundo eixo a gente tratou de estimular a atividade econômica. Ou seja, no momento de incerteza em que muitos setores tiveram queda relevante no faturamento, nos apresentamos e nos colocamos à disposição do setor produtivo, com taxas diferenciadas, com prazos diferenciados e com uma revisão enorme de processos visando simplificar o processo de concessão de crédito e fazendo com que o dinheiro chegasse à economia. Nesse período, desde 18 de março, alocamos em linhas de crédito R$ 3,6 bilhões, tanto em novas linhas de crédito quanto em reestruturação das linhas de crédito que os clientes que já tinham com a gente, seja pessoa física ou jurídica, incluindo suspensão de prazos de pagamento.

Por meio desse programa beneficiamos mais de sete mil empresas e mais de 29 mil pessoas com ações direcionadas ao crédito, à concessão de um fôlego, seja para as empresas ou para as famílias. Somos o primeiro banco do país a conceder uma suspensão do pagamento de crédito consignado.

Mudamos para uma nova sede, o BRB cresceu, lançamos um banco digital que chegou a 35 mil contas em menos de 40 dias, ou seja, abrimos quatro vezes mais contas em 40 dias do que um banco tradicional no segundo semestre. Ou seja, em 60 dias completos. O BRB também se posicionou estrategicamente neste mundo digital.

E o terceiro pilar?

O terceiro pilar foi o da proteção social. Não bastava a gente cuidar de quem é empregado do banco e cuidar do setor produtivo ou dos servidores. A gente também, como banco público, precisava ter um olhar para a sociedade. E o GDF foi muito rápido, usando uma expressão que o governador Ibaneis Rocha costuma usar muito de que governo é para pobre, rico basta não atrapalhar. Ele teve a sabedoria e o olhar de perceber essas situações e criar programas específicos.

Assim que as escolas públicas foram fechadas, a gente conseguiu transformar o Cartão Material Escolar no Cartão Alimentação Escolar. Ou seja, concedendo às famílias de crianças dos ensinos Fundamental e Médio e famílias beneficiárias do Bolsa Família recursos para que eles pudessem ter alimentação.

Ao perceber que no cadastro social do Distrito Federal existiam muitas famílias que não eram beneficiárias em nenhum outro programa do DF ou do governo federal, foi lançado o Renda Emergencial. O valor de R$ 408 foi para suprir as necessidades básicas dessas famílias que tinham renda per capita abaixo de meio salário mínimo e não eram beneficiadas por nenhum outro programa.

O quarto programa foi o Pão e Leite. Um compromisso que o governador assumiu perante a população e que a gente substituiu a dinâmica de distribuição de cesta básica por dignidade. E porque a gente chama de dignidade? Porque as pessoas passaram a ter um cartão com o valor da cesta básica e mais um valor garantido para o café da manhã diário, e que com esse cartão ela poderia ir a qualquer comércio de alimento e comprar o que ela queria. Então, em vez de simplesmente receber uma cesta básica padrão, a pessoa pode olhar para a situação da sua família, entender quais eram os gêneros alimentícios de maior necessidade e usar o cartão como qualquer outro cidadão no comércio.

Tudo isso como se fosse um cartão de crédito…

E que trouxe uma eficiência operacional muito grande. Porque um programa de cesta básica chegava a levar 90 dias para que ela chegasse de fato ao beneficiário e com custo extremamente elevado, próximo de R$ 50 para distribuir cada uma. Ou seja, em uma cesta básica que custava R$ 150, o valor de R$50 era de custo operacional. Com o cartão esse valor caiu para R$ 6.

Também teve ação na área da Saúde, correto?

Por fim, o quinto programa é o da Farmácia de Alto Custo. Identificando que o isolamento social era o principal elemento de proteção da população a gente criou junto com o governo uma estrutura logística capaz de distribuir os medicamentos a quem precisava com uma central de atendimento, evitando que essas pessoas, em geral idosos e pacientes crônicos, precisassem se deslocar num momento de tantas incertezas, se expondo ao Covid-19.

E mesmo em meio à pandemia o banco cresceu bastante, inclusive digitalmente…

Fechamos o semestre com resultado de R$ 205 milhões, um crescimento de 27,7% em relação ao primeiro semestre do ano passado. No meio de uma crise, de uma incerteza desse tamanho na economia é muito importante você também cuidar dos negócios do banco, manter o banco no curso normal do mercado.

Mudamos para uma nova sede, o BRB cresceu, lançamos um banco digital que chegou a 35 mil contas em menos de 40 dias, ou seja, abrimos quatro vezes mais contas em 40 dias do que um banco tradicional no segundo semestre. Ou seja, em 60 dias completos. O BRB também se posicionou estrategicamente neste mundo digital. Quando começamos a transição e definimos as prioridades um dos desafios que o banco tinha era a tecnologia. E a gente mostra que o BRB hoje é competitivo, conseguiu evoluir e se posiciona nesse mundo digital de uma maneira bastante agressiva, rápida e eficaz.

A pandemia interferiu, sim, na dinâmica de todos nós, no funcionamento, no jeito como a gente olha o mundo, mas a gente conseguiu manter o rumo, a clareza e os objetivos e hoje estamos entregando os resultados que nos orgulham muito.

O banco alcançou no primeiro trimestre uma posição de mercado que nunca havia alcançado, que foi ser o de líder do crédito imobiliário no Distrito Federal. A gente hoje tem a melhor e a menor taxa do país de 6,49% ao ano e um processo que também, muitas vezes, é o mais rápido do mercado.

No primeiro trimestre de 2020 o BRB liderou a concessão de crédito imobiliário. Como estão esses números hoje?

Nós crescemos a nossa carteira de crédito imobiliário em 63% em 12 meses. O BRB tinha uma carteira de R$ 891 milhões no segundo trimestre do ano passado, ou seja, em junho, e, em junho deste ano a gente fechou com R$ 1,452 bilhão, crescendo a contratação do crédito imobiliário em 650%.

O banco alcançou no primeiro trimestre uma posição de mercado que nunca havia alcançado, que foi ser o de líder do crédito imobiliário no Distrito Federal. A gente hoje tem a melhor e a menor taxa do país de 6,49% ao ano e um processo que também, muitas vezes, é o mais rápido do mercado.

A gente está acostumado a ter essa referência de ter a casa própria. E é uma conquista para a classe média, para o servidor e mesmo para as famílias mais carentes realizar esse sonho.

O BRB estar presente neste momento junto dessa clientela é fundamental, ela gera relação de confiança, um vínculo entre o cliente e o banco, um relacionamento de longo prazo. No fundo a mensagem que a gente quer passar para a sociedade é que o brasiliense pode contar com o BRB.

Existe uma grande expectativa em torno da reabertura da Torre de TV, que está sob gestão do BRB. Como está esse processo?

Assumimos recentemente outros papéis, inclusive de recuperação de acervos ou de instalações públicas. O equipamento que todo mundo conhece mais é a Torre de TV, que está em obras. A gente vai começar uma sequência de entregas em relação a isso. Muita gente já deve ter passado por lá de noite e visto testes da iluminação nova. 

Estamos reformando a Torre e algumas entregas já foram feitas. A iluminação do térreo no espaço que vai até a fonte, se você olhar, já temos os postes que foram todos substituídos e o térreo da torre já está liberado. Começamos uma reforma na feira, uma coisa simples de pintura, de recapeamento, e temos um cronograma de entregas em que o ponto alto a gente quer que seja a devolução da Torre para a população no aniversário de 61 anos de Brasília.

Vai ter mudanças no paisagismo também?

Tudo será redesenhado, trata-se de um Corredor Cultural que vai da Rodoviária até a Feira da Torre de TV. Do ponto de vista de iluminação, paisagismo e disponibilização de Wi-Fi, se a gente considerar que ali vai ser um grande boulevard ao ar livre e é isso que queremos devolver para o cidadão de Brasília. Tem alguns marcos, a Torre é o principal deles, ou seja, a reabertura do mezanino com um museu digital que vai contar a história de Brasília.

Como está a situação do mirante da Torre?

Teremos a reabertura do mirante, ele já está pronto para ser reaberto. Na sequência, a gente vai tratar da fonte. Algumas pessoas já devem ter visto a fonte funcionando e iluminada. A gente vai criar uma espécie de coreto. Ou seja, a gente vai lançar um edital de cultura para selecionar artistas locais para fazer shows aos domingos naquele espaço para que a população possa ir. E também vamos reformar o espelho d’água. Ele é, talvez, o maior dos nossos desafios pela quantidade de anos que estava abandonado. Toda estrutura ali foi deteriorada, inclusive nos surpreendeu o tamanho do problema. Existem vazamentos dos mais diversos dentro do espelho d’água e ele não tem a menor condição de ser devolvido. Por isso das obras ele é o que vai levar mais tempo para ser recuperado.

Há um cronograma para essas inaugurações?

Em outubro, concluímos a reforma da feira, a pintura, sinalização e uma praça de alimentação. Em dezembro, a gente reinaugura a fonte luminosa usando uma tela de projeção, ela tem uma capacidade de fazer um ecrã de água ali e vamos começar a utilizar isso, a gente vai fazer uma exposição de fotografia interativa. O Natal e a festa de final de ano como a gente já fez no ano passado será em parceria com a Fecomércio. E também em dezembro a gente conclui o paisagismo da Torre. Em abril de 2021, a gente abre o mirante, reformado e de um jeito diferente. Também inauguramos o museu digital e a nossa agência-conceito. Essa será a entrega do aniversário de Brasília, em 21 de abril. E em setembro a gente conclui a questão do espelho da água do Jardim Burle Marx.

Passando da cultura para o esporte, o maior time do país, o Flamengo, hoje estampa a marca do BRB. Mas essa parceria é muito maior pelo visto…

Fizemos um acordo comercial estratégico que envolve um conjunto de contrapartidas que vão muito além de exploração da marca. O principal elemento é a oferta de produtos bancários em canais digitais para os torcedores do Flamengo, ou seja, os 42 milhões de torcedores do Flamengo, definidos como a maior torcida do mundo.

Lançamos o banco digital em 24 de julho e em 40 dias já abrimos mais de 35 mil contas digitais. Ou seja, já abrimos quatro vezes mais contas no banco digital do que no banco tradicional nesse mesmo período. O que a gente espera é que essa parceria permita ao BRB se posicionar no mundo digital, ganhar uma exposição de marca no país inteiro e essa exposição sustentar o nosso crescimento tanto no mundo digital quanto no mundo físico. 

A gente acredita que, de fato, ao longo desses cinco anos, a gente vai conseguir alcançar o objetivo de gerar 1,5 milhão de clientes, que é praticamente três vezes a base de clientes que a gente tem hoje, posicionar a marca do banco no mundo digital.

R$ 7,2 bilhões passou a valer o banco em junho

Em junho, o BRB passou a valer R$ 7,2 bilhões, apresentando um crescimento de 500%. Vocês esperavam uma valorização tão rápida?

O aumento do valor de mercado do BRB é um objetivo de gestão. Foi algo pactuado com o governador Ibaneis ainda no período de transição. Nós olhávamos para o banco, a responsabilidade com Brasília e o potencial de renda da cidade de quem mora aqui e víamos que o BRB tinha um espaço de crescimento e de aumento do seu resultado e de crescimento do seu valor de mercado.

O movimento aconteceu mais rápido do que a gente esperava. A gente tinha um plano de trabalho de quatro anos. O que a gente de fato espera, ao longo do período de gestão do mandato do governador Ibaneis, é entregar um banco de outro tamanho, de outro porte e com outro valor de mercado.

A gente fica feliz de ter acontecido mais rápido do que imaginado inicialmente, mas a gente tem consciência clara de que tem um desafio grande a ser cumprido. Entramos numa fase agora de reforma das nossas agências e modernização do nosso atendimento, de melhora da experiência dos nossos clientes e do varejo. Então, a população vai começar a perceber agências mais modernas, abertura de novas unidades aonde for necessário, uma atuação também mais digital do banco para que tudo isso que a gente tem conversado e os avanços que a gente já comentou se consolidem e cheguem de fato a quem mais interessa que é o nosso cliente.

Em 2019, o BRB promoveu três concursos públicos. Como estão essas nomeações?

Passar em concurso público é um sonho para muita gente. Eu sou concursado e sei o que significa a satisfação de receber a notícia. Nós abrimos um concurso para 113 vagas entre escriturários, técnicos de tecnologia, advogados, médicos do trabalho. Nós já chamamos até agora 151 pessoas. Ou seja, numa quantidade maior do que a quantidade originalmente prevista no concurso.

Olhando o momento de crescimento do banco, naturalmente a gente fez um cadastro de reserva para que, à medida em que o banco cresça, as pessoas sejam chamadas. O que não pode acontecer é o que está acontecendo agora, ou seja, uma inversão, em que as pessoas tentam ser contratadas a qualquer custo, mesmo colocando em risco a sustentabilidade do banco. A gente entende a ansiedade, o impacto que a pandemia causa nas pessoas, mas a gente precisa entender que a lógica é de construção, de sustentabilidade do banco e, a partir dessa necessidade, chamar as pessoas. Nós, se olharmos tudo o que aconteceu na pandemia, o movimento que tem sido observado na economia é de demissão. Há vários bancos que demitiram empregados. Então, a gente tem muito orgulho de ter chamado essas 151 pessoas.

Enquanto que todos os concursos públicos foram suspensos ou, pelo menos, a maioria dos concursos públicos, o BRB continuou chamando as pessoas e cumpriu o seu compromisso que era de chamar dentro dessas 113 vagas até o final do ano. Já passamos disso.

Mudando um pouco de assunto. Desde que o BRB assumiu o sistema de bilhetagem do transporte público não se ouve mais reclamações. Como isso foi possível?

Nós temos muito orgulho do trabalho que foi conduzido em relação ao planejamento e implementação do sistema de bilhetagem, uma atuação coordenada entre a Secretaria de Mobilidade e Transporte (Semob), liderada pelo secretário Valter Casimiro, e toda a equipe do BRB.

Uma visão estratégica do governador Ibaneis Rocha de que bilhetagem é essencialmente meio de pagamento. Portanto, algo muito próximo de uma instituição financeira. A resposta foi bastante simples. Planejamento e atuação coordenada das equipes em diversas áreas de governo e do BRB, utilização de tecnologia intensiva na melhora dos controles e o resultado está aí.

Desde o ano passado, o BRB tem escrito novas páginas no noticiário, seja econômico, esportivo e cultural. Quais páginas o banco ainda quer escrever?

Nós somos muito gratos ao governador pela oportunidade de conduzir, de participar desse processo de transformação de Brasília. É um processo que não envolve somente o BRB, envolve todo o GDF. Acho que merece um destaque especial neste capítulo também a participação das pessoas que trabalham no banco. Todos os resultados só são possíveis porque essas pessoas veem a importância do BRB, gostam de ver o BRB maior, entendem que é responsabilidade delas conduzir essa transformação.

Novas páginas continuarão a ser escritas, naturalmente. A página da expansão do BRB no resto do país, a página da modernização e digitalização do banco, se tornando de fato um banco digital competitivo, e ganhando terreno nesta arena bastante disputada. Uma página da inovação, ou seja, o BRB sendo um polo indutor de inovação dentro do DF, atuando em conjunto com o Biotic, atuando em conjunto com a Secretaria de Inovação. Uma página de redesenho de toda a nossa operação do Varejo. E, por fim, uma última página, um capítulo especial, que é de cumprir esse papel social, papel de banco que atua próximo do governo, sendo mais que um banco tradicional, fazendo programas sociais, estando presente na vida da população, fazendo com que a população perceba a presença e a importância do BRB no seu dia a dia.

Olhando agora para as páginas já escritas. São 17 meses de gestão, qual foi o maior desafio até então?

Foi o de entrar num banco que tinha sido alvo de uma operação policial. A incerteza, o medo das pessoas dentro do banco, o risco de estar em uma instituição passando por esses desafios naquele momento foi muito grande. Eu já tinha tido oportunidade de participar de outros processos de reconstrução, de entrar depois de outras operações policiais em outras situações de fraude, em outras empresas e dar sentido, dar a tranquilidade, a clareza e a confiança para todos aqueles que fazem parte do BRB ou da sociedade que confia no BRB, de que a gente superaria esse desafio e seria de fato o banco que a gente tem o potencial de ser, certamente foi o maior desafio.

Quando as pessoas entenderam, confiaram e tiveram um impacto positivo na autoestima, foi gerada essa força, essa energia que é o que explica todos os outros desafios. Mas, aqui no BRB, os desafios vêm o tempo inteiro. Se esse foi o maior, ao mesmo tempo reposicionar o negócio de crédito imobiliário tem sido desafiador, aumentar a nossa participação e relevância no agro tem sido desafiador, entrar no mundo digital, de fato, é desafiador, e o que a gente tem feito é construir. Talvez seja o último capítulo que eu não mencionei, uma estrutura de governança, integridade, controle e transparência que permita de fato garantir que o BRB não viverá episódios como os que viveu no passado.

Hoje o BRB está no patamar desejado pelo governo de banco de fomento e desenvolvimento de Brasília? Como ampliar essa atuação?

Nunca estará. Quando a gente chegar no patamar que a gente quer a gente empurra o patamar um pouquinho mais para frente. É um caminho de desenvolvimento, de aprendizado e construção contínuo. Veja, nós mais que dobramos a concessão de crédito do BRB neste período de governo, na verdade quando a gente compara já o primeiro semestre deste ano com o primeiro semestre do ano passado. Se a gente compara com períodos anteriores, por exemplo, só a produção de crédito imobiliário no segundo trimestre foi maior do que a produção somada dos anos de 2015, 2016, 2017 e 2018. Ou seja, em três meses a gente produziu o equivalente a quatro anos. É enorme a transformação que está acontecendo.

Nós criamos linhas novas, programas novos. nós criamos uma diretoria de governo e atacado que de fato vai focar na questão do fomento. Vai ser muito comum ouvir o BRB apoiando obras de infraestrutura, implementando novos programas sociais, atuando em frentes ligadas à educação, ao empreendedorismo, ao empoderamento e independência econômica feminina, ou seja, esse caminho está longe, está construção está longe de ser encerrada, é um desafio constante. O que a população pode esperar é mais modernidade, mais facilidade, mais presença do banco e uma complementação de toda a nossa atuação nesse campo de governo. 

Veja que o banco, antes do início desse governo, a área de governo do BRB cuidava essencialmente de processar a folha de pagamento. Hoje a gente lista o conjunto de programas sociais, a nossa atuação coordenada com várias secretarias para estimular a atividade econômica em vários setores, vai da cultura, turismo, passando por inovação, transporte público, educação, também na defesa social em conjunto com a secretária Mayara Noronha Rocha, que liderou a implementação desses programas.

E fazendo tudo isso sendo um banco listado em bolsa, cujo valor cresceu mais de 500% neste período. Ou seja, o governador Ibaneis Rocha teve a sabedoria e ousadia de propor uma abordagem diferente para um banco público, reconhecendo que ele podia ter um impacto social relevante e o que nós estamos fazendo é transformando essa visão em realidade junto com os 4.500 empregados que também acreditam nisso e que também zelam por esse BRB cada vez mais forte. 

O banco acabou de completar 54 anos. Qual a mensagem o senhor gostaria de deixar para os colaboradores e a população do DF?

Primeiro a gente tem que reconhecer a bela história que o BRB tem de apoio ao desenvolvimento de Brasília. Quando a gente conversa com a população, com o empresariado, eles sempre têm boas lembranças de como o BRB ajudou-os a construir alguma coisa, tanto que o mote que escolhemos para o aniversário é: essa é a minha melhor história, ou seja, várias pessoas contando como o BRB transformou a sua vida.

Olhando para a frente o que a gente espera é um banco mais moderno, mais forte, mais presente no dia a dia do brasiliense e ganhando escala, espaço em outros estados e todo o território nacional, incluindo no campo digital. O BRB continuará apoiando o brasiliense a realizar seus sonhos e objetivos de vida no campo pessoal e profissional e ajudando a transformação e melhoria do ambiente econômico e social no DF. A mensagem é: contem com o BRB pelos próximos 54 anos. Nós estaremos aqui fortes e à disposição de transformar a vida do cidadão do Distrito Federal.

*Com informações do Brasília Regional de Brasília

AGÊNCIA BRASIL
REDAÇÃO REDAÇÃO JORNAL DO ENTORNO

 Saiu edital de nº 14/2020 para o novo processo seletivo Ministério da Saúde 2020! Estão sendo ofertadas 4.117 vagas imediatas para cargos de níveis intermediário e superior, incluindo 208 postos reservados aos inscritos com deficiência (PcD). 



As remunerações podem variar entre R$ 1.700,00 e R$ 11.000,00, dependendo do cargo escolhido pelo candidato. Por sua vez, as jornadas de trabalho serão compostas de 24 a 40 horas semanais. 

Ficou interessado e quer saber mais detalhes sobre o processo seletivo? 

Processo seletivo Ministério da Saúde 2020: VAGAS GERAIS E REMUNERAÇÕES

· Médico (diversas especialidades): 1.137 vagas e remunerações de R$ 11.000,00; 

· Enfermeiro: 996 vagas e remunerações de R$ 3.500,00; 

· Técnico em Enfermagem: 865 vagas e remunerações de R$ 2.000,00; 

· Atividades de Gestão e Manutenção Hospitalar (nível superior em várias áreas): 604 vagas e remunerações de R$ 3.000,00; 

· Atividades de Gestão e Manutenção Hospitalar (nível intermediário em várias áreas): 515 vagas e remunerações de R$ 1.700,00. 

Processo seletivo Ministério da Saúde 2020: LOTAÇÕES NO RIO DE JANEIRO

Os candidatos classificados, de acordo com o edital de abertura, vão exercer suas funções em locais designados pela Superintendência Estadual do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro. 

Confira as lotações disponíveis: 

· Hospital Federal do Andaraí (HFA); 

· Hospital Federal de Bonsucesso (HFB); 

· Hospital Federal da Lagoa (HFL); 

· Hospital Federal dos Servidores do Estado (HFSE); 

· Hospital Federal de Ipanema (HFI); 

· Hospital Federal Cardoso Fontes (HFCF); 

· Instituto Nacional de Cardiologia (INC); 

· Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO); 

· Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). 

Processo seletivo Ministério da Saúde 2020: INSCRIÇÕES

Marque na sua agenda para não perder o prazo previsto: as inscrições poderão ser feitas entre os dias 31 de agosto e 07 de setembro de 2020. 

Basta acessar o site do Ministério da Saúde, em página específica para certames, e preencher todos os campos do formulário de inscrição. 

Processo seletivo Ministério da Saúde 2020: ENVIO DE DOCUMENTOS PELOS CONVOCADOS

Em momento oportuno, aqueles que se classificarem serão convocados para encaminhar as cópias dos documentos pelo site do Ministério da Saúde. Os arquivos deverão ser enviados na seguinte ordem: 
  1. CPF e comprovante de sua situação regular (retirado no site da Receita Federal); 
  2. RG; 
  3. Certificado de reservista (para os candidatos do gênero masculino); 
  4. Título eleitoral ou certidão de quitação eleitoral; 
  5. Número de inscrição no PIS ou Pasep; 
  6. Carteira de Trabalho (registro de série, qualificação civil e data do primeiro emprego); 
  7. Última declaração de imposto de renda completa junto ao comprovante de entrega na Receita Federal; 
  8. Certidão de casamento ou declaração de união estável (se for o caso); 
  9. Certidão de nascimento de dependentes (se for o caso); 
  10. Documento do conselho regional, quando a profissão exigir o registro; 
  11. Comprovante dos dados bancários (Banco do Brasil); 
  12. Comprovante de residência atual ou declaração de próprio punho quando não houver possibilidade de apresentação de documento; 
  13. Registro em órgão de classe e comprovante do conselho que conste situação regular (quando necessário); 
  14. Tipagem sanguínea e fator RH; 
  15. Titulação acadêmica; 
  16. Experiência profissional; 
  17. Produção científica (no caso dos cargos em nível superior); 
  18. Para vagas reservadas aos inscritos com deficiência (PcD): laudo médico realizado de até 12 meses anteriores à inscrição. Ele deverá estar assinado por um médico especialista na área da deficiência do candidato; 
  19. Comprovante da inscrição no Cadastro Único (CadÚnico), caso seja beneficiário. 
A documentação deverá ser encaminhada em arquivo único de PDF e com, no máximo, 14 MB. Não sabe converter arquivos para esse formato? Existem vários sites que podem realizar o procedimento. Um deles é o Convertio.

Detalhe importante: é necessário ficar atento ao edital de abertura para não perder os prazos e procedimentos previstos. 

Etapa classificatória 

O processo seletivo Ministério da Saúde será composto pela análise dos documentos encaminhados no momento da convocação. Confira os critérios que devem ser adotados pelos avaliadores quando forem atribuir as notas: 

Para níveis médio e médio/técnico 

Título na área pleiteada

Valor unitário

Valor máximo

Graduação

8,0

8,0

Pós-graduação (mínimo de 360 horas)

10,0

10,0

Experiência profissional

1,0 por ano completo

10,0

Pontuação máxima permitida:

20,0


Para nível superior

Título na área pleiteada

Valor unitário

Valor máximo

Residência

3,0

6,0

Pós-graduação (mínimo de 360 horas)

6,0

6,0

Mestrado

8,0

8,0

Doutorado

10,0

10,0

Experiência profissional

1,0 por ano completo

10,0

Produção científica*

0,25

1,0

Pontuação máxima permitida:

27,0


Duração dos contratos e mais informações 

Os contratos terão vigência ao longo de seis meses improrrogáveis. Para saber mais informações, acesse o edital de nº 14/2020 no Diário Oficial da União. Ele também está disponível no site do Ministério da Saúde! 

Processo seletivo Ministério da Saúde 2020: requisitos e mais detalhes sobre as vagas 

Técnico em Enfermagem 
  • Requisitos: nível médio/técnico na área e registro no conselho competente. 
Área de Enfermagem 
  • Enfermeiro: nível superior na área e registro no conselho competente; 
  • Enfermeiro Perfusionista: nível superior na área e registro no conselho competente, além de pós-graduação OU título de especialista OU residência multidisciplinar relacionada a essa área. 
Atividades de Gestão e Manutenção Hospitalar (nível intermediário) 
  • Assistente Administrativo: nível médio completo; 
  • Técnico em Farmácia: nível médio/técnico na área e registro no conselho competente; 
  • Técnico em Hemoterapia: nível médio/técnico em Banco de Sangue (Hemoterapia) e registro no conselho competente; 
  • Técnico em Imobilização Ortopédica: nível médio/técnico na área e registro no conselho competente; 
  • Técnico em Laboratório: nível médio/técnico na área e registro no conselho competente; 
  • Técnico em Radiologia: nível médio/técnico na área e registro no conselho competente; 
  • Videofonista: nível médio completo. 
Atividades de Gestão e Manutenção Hospitalar (nível superior) 
  • Analista Administrativo: nível superior em qualquer área de formação e registro no conselho competente; 
  • Assistente Social: nível superior em Serviço Social e registro no conselho competente; 
  • Bibliotecário: nível superior em Biblioteconomia e registro no conselho competente; 
  • Biólogo: nível superior em Ciências Biológicas e registro no conselho competente; 
  • Biomédico: nível superior em Biomedicina, habilitação em Patologia Clínica e registro no conselho competente; 
  • Farmacêutico: nível superior em Farmácia e registro no conselho competente; 
  • Físico Médico Radiologista: nível superior em Física Médica, habilitação em Radiodiagnóstico e registro no conselho competente; 
  • Fisioterapeuta: nível superior em Fisioterapia e registro no conselho competente; 
  • Fonoaudiólogo: nível superior em Fonoaudiologia e registro no conselho competente; 
  • Nutricionista: nível superior em Nutrição e registro no conselho competente; 
  • Odontólogo: nível superior em Odontologia e registro no conselho competente, além de pós-graduação em Cirurgia e Traumatologia Buco Maxilo Faciais; 
  • Psicólogo: nível superior em Psicologia e registro no conselho competente; 
  • Tecnólogo em Radiologia: nível superior na área e registro no conselho competente; 
  • Terapeuta Ocupacional: nível superior na área e registro no conselho competente. 
Área de Medicina 
  • Requisitos gerais: nível superior em Medicina e registro ativo no Conselho Regional de Medicina - CRM. 
Confira, abaixo, os requisitos específicos para cada uma das especialidades em Medicina: 
  • Anestesiologista: residência médica em Anestesiologia ou título de especialista em anestesiologia; 
  • Cancerologista: residência médica em Cancerologia Clínica ou título de especialista em Cancerologia Clínica; 
  • Cardiologista: residência médica em Cardiologia ou título de especialista em Cardiologia; 
  • Cardiologista Pediátrico: residência Médica em Cardiologia e Pediatria ou título de especialista em Cardiologia e Pediatria; 
  • Cirurgião Cardiovascular: residência médica em Cirurgia Vascular ou título de especialista em Cirurgia Vascular; 
  • Cirurgião Crânio-Maxilo-Facial: residência médica em Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Cirurgia Plástica ou Otorrinolaringologia; 
  • Cirurgião Geral: residência médica em Cirurgia Geral ou título de especialista em Cirurgia Geral; 
  • Cirurgião Pediátrico: residência médica em Cirurgia Pediátrica ou título de especialista em Cirurgia Pediátrica; 
  • Cirurgião Plástico: residência médica em Cirurgia Plástica ou título de especialista em Cirurgia Plástica; 
  • Cirurgião Torácico: residência médica em Cirurgia Torácica ou título de especialista em Cirurgia Torácica; 
  • Cirurgião Vascular: residência médica em Cirurgia Vascular ou título de especialista em Cirurgia Vascular; 
  • Clínica Médica: residência Médica em Clínica Médica ou título de especialista em Clínica Médica; 
  • Coloproctologista: residência médica em Coloproctologia ou título de especialista em Coloproctologia; 
  • Endocrinologista: residência médica em Endocrinologia ou título de especialista em Endocrinologia; 
  • Endoscopista Digestivo: residência médica (Endoscopia, Cirurgia do Aparelho Digestivo, Gastroenterologia, Coloproctologia ou Cirurgia Geral) ou título de especialista nas mesmas áreas citadas; 
  • Endoscopista Respiratório: residência médica (Cirurgia Torácica ou Pneumologia) ou título de especialista nas mesmas áreas citadas; 
  • Gastroenterologista: residência médica em Gastroenterologia ou título de especialista em Gastroenterologia; 
  • Ginecologista: residência médica em Ginecologia e Obstetrícia ou título de especialista na mesma área; 
  • Hematologista: residência médica em Hematologia e Hemoterapia ou título de especialista na mesma área; 
  • Hemoterapeuta: residência médica em Hematologia e Hemoterapia ou título de especialista na mesma área; 
  • Infectologista: certificado de área de atuação em Infectologia Hospitalar; 
  • Intensivista Adulto: residência médica em Medicina Intensiva ou título de especialista em Medicina Intensiva; 
  • Intensivista Pediátrico: residência médica em Medicina Intensiva Pediátrica ou título de especialista na mesma área; 
  • Mastologista: residência médica em Mastologia ou título de especialista na mesma área; 
  • Medicina do Trabalho: residência médica em Medicina do Trabalho ou título de especialista na mesma área; 
  • Medicina Nuclear: residência médica em Medicina Nuclear ou título de especialista na mesma área; 
  • Nefrologista: residência médica em Nefrologia ou título de especialista na mesma área; 
  • Nefrologista Pediátrico: residência médica em Nefrologia e Pediatria ou título de especialista nas mesmas áreas citadas; 
  • Neonatologista: residência médica em Neonatologia ou título de especialista na mesma área; 
  • Neurocirurgião: residência médica em Neurocirurgia ou título de especialista na mesma área; 
  • Neurologista: residência médica em Neurologia ou título de especialista na mesma área; 
  • Neurologista Pediátrico: residência médica em Neurologia e Pediatria ou título de especialista nas mesmas áreas citadas; 
  • Obstetra: residência médica em Ginecologia e Obstetrícia ou título de especialista na mesma área; 
  • Oftalmologista: residência médica em Oftalmologia ou título de especialista na mesma área; 
  • Ortopedista: residência médica em Ortopedia e Traumatologia ou título de especialista na mesma área; 
  • Otorrinolaringologista: residência médica em Otorrinolaringologia ou título de especialista na mesma área; 
  • Patologista (Anatomia Patológica): residência médica em Patologia ou título de especialista na mesma área; 
  • Patologista (Citologia): residência médica em Patologia ou título de especialista na mesma área. Além disso, é necessário ter experiência na área de Citopatologia; 
  • Pediatra: residência médica em Pediatria ou título de especialista na mesma área; 
  • Pneumologista: residência médica em Pneumologia ou título de especialista na mesma área; 
  • Psiquiatra: residência médica em Psiquiatria ou título de especialista na mesma área; 
  • Radiologista e Diagnóstico por Imagem: residência médica em Radiologia e Diagnóstico por Imagem ou título de especialista na mesma área; 
  • Radioterapeuta: residência médica em Radioterapia ou título de especialista na mesma área; 
  • Urologista: residência médica em Urologia ou título de especialista na mesma área.

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